– Visita da Junta de Freguesia ano letivo 2020/2021

Centro Escolar de São Pedro de Tomar – Agrupamento Escolas Templários

Visita da Junta de Freguesia ano letivo 2020/2021

As rotinas, os apoios, a falta de pessoal e de condições para recreio, em tempo de pandemia

O inicio do ano letivo, em setembro de 2020, com quase uma centena de crianças, caracterizou-se por ser totalmente atípico. A pandemia COVID19 impôs uma disciplina própria em todos os acontecimentos, e no Centro Escolar de São Pedro não foi diferente.

Tal como há já há alguns anos, a Junta de Freguesia de São Pedro, elegeu, o apoio aos alunos do Centro Escolar e suas famílias, como uma das medidas prioritárias. Assim, em 2020, atribuiu todo o material escolar e fichas, aos alunos, o que equivaleu a valores aproximadamente, €3.000,00.

Em simultâneo, a Junta de Freguesia, apoia as atividades e a Associação de Pais, com o objetivo de continuar a garantir a qualidade do ensino nesta Freguesia e ajudar a dar confiança às famílias que escolham este Centro Escolar para os seus filhos.

No dia 14 de outubro, a Junta de Freguesia – Lurdes Ferromau Fernandes e António Vicente – encontraram-se com a Srª. Coordenadora Professora Maria José Sarroeira. O objetivo foi o de apresentar disponibilidade para apoiar em outras acções, saber das dificuldades e auscultar sobre eventuais propostas.

Foi descrita a prática, bem aceite, de “regras” no sentido de garantir o cumprimento do exigido em tempos de pandemia. Igualmente, foram apresentadas dificuldades, quer ao nível da necessidade de recursos humanos (pelo menos mais uma pessoa), quer ao nível das instalações (a necessidade de uma área acolhedora para que as crianças permaneçam nos curtos intervalos, uma vez que no polivalente, não podem estar, devido à pandemia).

A Srª. Coordenadora referiu que, as crianças, estão a criar os hábitos necessários sobre a prevenção em tempos de pandemia e que se sentem tranquilos e felizes.

A Junta de Freguesia deixou, para toda a comunidade do Centro Escolar de São Pedro, disponibilidade e desejos dos maiores sucessos neste ano letivo.

– Entrega de máscaras

Sem fotos nem televisões, foram entregues, hoje, ao fim do dia, na Junta de Freguesia, pelo empresário Luís Ramos, máscaras destinadas a trabalhadores dos lares e trabalhadores da Junta de Freguesia.
Um bem haja.
Muito obrigada.

– Solidários no dever ético de evitar a propagação do COVID-19

Diocese de Santarém

Nota Episcopal Solidários no dever ético de evitar a propagação do COVID-19

Caros Padres, Diáconos, e todos os cristãos da Diocese de Santarém

Acompanhando a preocupação de todas as pessoas, devido a insegurança provocada pela facilidade de propagação do coronavírus, tenhamos presente as instruções e recomendações de comportamento dadas pela Direção-Geral de Saúde e outras que surjam do Governo ou Autarquias. Em todas as circunstâncias, seja evitado o pânico; em nada ajuda a discernir o procedimento correto.

Entretanto, quanto à atividade pastoral na Diocese, informo algumas decisões e indico algumas recomendações que poderão a qualquer momento ser atualizadas:

-Na Catequese, depois de ouvir o responsável do Secretariado Diocesano, é de suspender os encontros de catequese das crianças e adolescentes até ao dia 29 de março. Os escuteiros já têm a suspensão de todas as atividades, de quinze dias a partir de 10 de março, indicada pela Junta Nacional do Corpo Nacional de Escutas.

-Quanto à Liturgia, haja prudência nas celebrações litúrgicas, seguindo as recomendações do Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa: a Comunhão na mão, a Comunhão por intinção dos sacerdotes concelebrantes, a omissão do gesto da paz e o não uso da água nas pias de água benta.

-Quanto às Confissões na Quaresma, a juízo do Pároco, podem passar para depois do Domingo de Páscoa. Porém, não se negue o Sacramento a quem o pede, devendo tomar-se as devidas precauções de um metro de distância. Não é concedida autorização para promover “absolvições coletivas”.

-Quanto à Pastoral social, é de seguir as indicações de suspensão de visitas aos Centros de Dia e Lares de pessoas idosas, excetuando os casos de absoluta necessidade, em conformidade com outras indicações de autoridades competentes. Para apoio de pessoas idosas que estão em casa, substitua-se a visita por uma palavra com o uso de telefone.

Também, relativamente às Creches e Jardins de Infância, as instituições devem estabelecer os seus planos de emergência para estarem prevenidas e poderem responder em qualquer situação que se configure com os sintomas da infeção.

-Se as circunstâncias não se alterarem, no Tríduo Pascal, deve omitir-se o rito do Lava-pés, na Quinta-feira santa e na ‘Adoração da Cruz’, na Sexta feira Santa, deve evitar-se os beijos, fazendo-se a reverência à cruz com a genuflexão ou uma profunda inclinação.

-Neste contexto, informo que já foram adiadas várias atividades diocesanas programadas para as duas próximas semanas, entre outras a Visita Pastoral na Paróquia de Pedrógão (Torres Novas) e o Cursilho de Cristandade (em Santarém).

-A concluir, sugiro que nos unamos em oração, rogando por todos, não esquecendo os médicos, enfermeiros e outros profissionais de cuidados de saúde.

+ José Traquina, Bispo de Santarém

(11 de março de 2020)

– Plano de Contingência – FREGUESIA DE SÃO PEDRO DE TOMAR

JUNTA DE FREGUESIA DE SÃO PEDRO DE TOMAR

Número de Identificação Fiscal: 506 947 980

PLANO DE CONTINGÊNCIA DA FREGUESIA DE SÃO PEDRO DE TOMAR

PARTE I – ENQUADRAMENTO GERAL DO PLANO

  1. ÂMBITO E OBJETIVOS

O “Plano de Contingência” da Freguesia de São Pedro de Tomar, pretende antecipar e gerir na Freguesia, o impacto do atual surto de doença por Coronavírus SARS-CoV-2, agente causal da COVID-19, denominado doravante por COVID-19.

O objetivo principal do Plano de Contingência é preparar a Freguesia para gerir o risco de infeção e enfrentar eventuais casos de doença, minimizando a sua transmissão e o seu impacto na Freguesia e na comunidade.

O presente Plano foi preparado com base nas orientações da Direção-Geral da Saúde e visa:

          – Preparar a resposta para minimizar as condições de propagação do

             COVID-19

          – Definir os meios de coordenação na Freguesia

O Plano de Contingência tem ainda os seguintes objetivos:

  1. Reduzir o risco de contaminação no(s) local(ais) de trabalho;
  2. Assegurar o funcionamento dos órgãos e serviços da Freguesia;
  3.  Envolver as entidades oficiais que possam garantir o apoio em caso de

pandemia;

O Plano de Contingência é aprovado pela Junta de Freguesia

  • ATIVAÇÃO DO PLANO

O Plano de Contingência é ativado por determinação do Presidente da Junta de Freguesia, em coordenação com o Conselho Municipal de Proteção Civil, devendo, a cada momento, ser ponderada a abrangência das medidas face aos dados disponíveis.

O Plano de Contingência é desativado pelo Presidente da Junta de Freguesia em coordenação com as demais entidades competentes na matéria.

PARTE II – PREVENÇÃO, MONITORIZAÇÃO E RESPOSTA

        1. Prevenção e Monitorização

A prevenção e monitorização inicia-se com a aprovação do presente Plano e inclui as seguintes medidas:

  1. acompanhamento das orientações transmitidas pela Direção-Geral da Saúde;
  • divulgação de informação relativa ao COVID-19;
  • divulgação de medidas preventivas (higienização das mãos; etiqueta            respiratória; procedimentos de colocação de máscara cirúrgica; procedimentos

           de conduta social);

  • divulgação das diretrizes emanadas da DGS e das demais entidades competentes quanto à manutenção, condicionamento ou suspensão do transporte escolar;

      e)  identificação dos serviços essenciais ao funcionamento da Freguesia;

  • identificação dos trabalhadores da Freguesia que, pelas suas atividades/tarefas, poderão ter um maior risco de infeção pelo COVID-19 (ex. trabalhadores que realizem atividades de atendimento ao público)
  • reforço e dispersão pelos espaços e serviços das Junta de Freguesia e demais equipamentos da Freguesia, de forma autónoma ou em colaboração com o Município, e em consonância com as orientações emitidas pela DGS, de soluções antisséticas de base alcoólica (vulgo desinfetantes) e a aquisição de dispensadores de lenços;
  • aquisição de máscaras, termómetros auriculares e de outros instrumentos necessários à prevenção e combate à contaminação;
  1. reforço da higienização dos sanitários (após limpeza regular deverá ser utilizado desinfetante) e de superfícies mais manuseadas (ex: maçanetas de portas, corrimãos, botões dos elevadores e teclados dos computadores);
  • preparação de instalações adequadas para servirem de área de isolamento, de forma autónoma ou em coordenação com o Município;

     l) elaboração de comunicação a enviar às empresas e demais pessoas que prestam serviços à Freguesia

Inclui ainda:

     – Para todos aqueles que tenham regressado de áreas com transmissão comunitária ativa ou que tenham efetuado escala nessas áreas, nos últimos 10 dias, independentemente de apresentarem sintomas sugestivos de doença respiratória, a obrigação de contactar o Serviço de Saúde Local ou ligar 808 24 24 24 (SNS24), informando sobre a sua história de viagem e de seguirem as orientações que vierem a ser indicadas.

     –  Todos aqueles a quem for recomendado, pelo SNS24, algum período de quarentena têm a obrigação de informar a sua situação à Junta de Freguesia.

     – O registo biométrico de assiduidade e pontualidade deixa temporariamente de ser feito através do reconhecimento de impressão digital, passando a efetuar-se através de outros métodos.

Estas medidas aplicam-se a todos aqueles que exerçam funções nos serviços e espaços da Junta de Freguesia e demais equipamentos da Freguesia.

  • Mobilização da resposta

A mobilização da resposta deve ser ativada quando for identificado um eleito, trabalhador, ou colaborador da Junta de Freguesia, suspeito de estar infetado por COVID-19.

De igual modo, deve ser ativada quando for confirmado caso suspeito trabalhador/colaborador de empresa ou entidade externa que exerça a sua atividade nos serviços e/ou equipamentos da Freguesia.

A mobilização da resposta deve ainda ser ativada caso existam orientações da Direção-Geral da Saúde nesse sentido, independentemente de confirmação de caso suspeito na Freguesia.

A mobilização da resposta pode incluir, entre outras, as seguintes MEDIDAS:

     a) acionamento da área de isolamento;

     b) definição dos postos de trabalho que possam ficar temporariamente desativados (designadamente, os que implicam atendimento ao público) e os respetivos trabalhadores sejam dispensados de comparecer ao trabalho;

     c) determinação de casos em que se justifique o trabalho à distância, com recurso

a meios tecnológicos de informação e comunicação;

     d) fornecimento a trabalhadores e membros dos órgãos da Freguesia dos equipamentos (computadores, telemóveis) adequados para garantia dos serviços essenciais;

     e) suspensão das deslocações em serviço de eleitos e trabalhadores

     f) restrição de reuniões presenciais, no âmbito dos serviços da Junta de Freguesia, ao mínimo essencial, devendo ser privilegiada a reunião à distância, através de meios tecnológicos de informação e comunicação;

     g) comunicação aos trabalhadores dos procedimentos sobre justificações de faltas no caso de ausência relacionada com o COVID-19;

     h) suspensão de eventos e atividades de qualquer natureza.

Estas medidas aplicam-se a todos aqueles que exerçam funções nos espaços da

Freguesia, abrangendo também as empresas externas

PARTE III – ASPETOS MÉDICOS

  1. Definição de caso suspeito

A definição seguidamente apresentada é baseada na informação disponível, à data, o Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doença Transmissíveis (ECDC) e foi definida pela Direção-Geral da Saúde como aquela que deve ser adotada pelas instituições:

a) Critérios clínicos: Infeção respiratória aguda (febre ou tosse ou dificuldade

respiratória) requerendo ou não hospitalização

b) Critérios epidemiológicos: História de viagem para áreas com transmissão

comunitária ativa nos 14 dias anteriores ao início dos sintomas ou contacto com caso confirmado ou provável de infeção por COVID-19, nos 14 dias anteriores ao início dos sintomas ou caso tenha estado em instituição de saúde onde são tratados doentes com COVID-19

  • Transmissão da infeção

Considera-se que a COVID-19 pode transmitir-se:

      Por gotículas respiratórias (partículas superiores a 5 micra);

      Pelo contacto direto com secreções infeciosas;

      Por aerossóis em procedimentos terapêuticos que os produzem (inferiores a 1 mícron).

A transmissão de pessoa para pessoa foi confirmada e julga-se que esta ocorre durante uma exposição próxima a pessoa com COVID-19, através da disseminação de gotículas respiratórias produzidas quando uma pessoa infetada tosse, espirra ou fala, as quais podem ser inaladas ou pousar na boca, nariz ou olhos de pessoas que estão próximas.

O contacto das mãos com uma superfície ou objeto com o COVID-19 e, em seguida, o contacto com as mucosas oral, nasal ou ocular (boca, nariz ou olhos), pode conduzir à

transmissão da infeção.

  • Equipamentos de Proteção

A decisão de utilização de máscaras em permanência, designadamente, para pessoas com infeções respiratórias, poderá ser recomendada pelo GGC19, tendo em conta a evolução da crise e as recomendações das autoridades de saúde

PARTE IV – PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS

  1. Procedimento num caso suspeito

Qualquer eleito, trabalhador ou colaborador externo da Freguesia com sinais e sintomas de COVID-19 e ligação epidemiológica, ou que identifique alguém nos espaços, serviços, ou demais instalações e equipamentos da Freguesia, compatíveis com a definição de caso suspeito, deve informar, preferencialmente por via telefónica, a Junta de Freguesia, através do número 249381702 e 910997734.

Sempre que possível, deve ser assegurada a distância de segurança (superior a 1 metro) do doente. Quem acompanhar o doente deve colocar, momentos antes de se iniciar esta assistência, uma máscara cirúrgica e luvas descartáveis, para além do cumprimento das precauções básicas de controlo de infeção (PBCI) quanto à higiene das mãos, após contacto com o doente.

O doente (caso suspeito de COVID-19) já na área de “isolamento”, contacta o SNS 24 (808 24 24 24) e deve colocar a máscara cirúrgica, se a sua condição clínica o permitir.

A máscara deverá ser colocada pelo próprio doente. Deve ser verificado se a máscara se encontra bem ajustada (ou seja: ajustamento da máscara à face, de modo a permitir a oclusão completa do nariz, boca e áreas laterais da face. Em homens com barba, poderá ser feita uma adaptação a esta medida – máscara cirúrgica complementada com um lenço de papel). Sempre que a máscara estiver húmida, deve ser substituída por outra

Caso ocorra um caso suspeito validado:

          – A Junta de Freguesia tomará as medidas adequadas previstas no presente Plano;

         – A área de isolamento ficará interditada até á validação da descontaminação pela Autoridade de Saúde Local

A Junta de Freguesia determinará a limpeza e desinfeção da área de isolamento, bem como do local de trabalho do doente e determinará o armazenamento dos resíduos do doente, que devem ser segregados e enviados para operador licenciado para gestão de resíduos hospitalares com risco biológico.

  • Procedimento de vigilância de contactos próximos

Considera-se “contacto próximo” alguém que não apresenta sintomas no momento, mas que teve ou pode ter tido contacto com um caso confirmado de COVID-19. O tipo de exposição do contacto próximo determinará o tipo de vigilância.

O contacto próximo com caso confirmado de COVID-19 pode ser de:

      – “Alto risco de exposição”, é definido como alguém do mesmo posto de trabalho (gabinete, sala, secção, zona até 2 metros) do doente ou que esteve face-a-face com o Caso Confirmado ou que esteve com este em espaço fechado ou ainda que partilhou com o Caso Confirmado loiça (pratos, copos, talheres), toalhas ou outros objetos ou equipamentos que possam estar contaminados com expetoração, sangue, gotículas respiratórias.

       – “Baixo risco de exposição” (casual), é definido como alguém que teve contacto esporádico (momentâneo) com o Caso Confirmado (ex. em movimento/circulação durante o qual houve exposição a gotículas/secreções respiratórias através de conversa face-a-face superior a 15 minutos, tosse ou espirro) ou que prestou assistência ao caso confirmado, desde que tenha seguido as medidas de prevenção (ex. utilização adequada da máscara e luvas; etiqueta respiratória; higiene das mãos).

O período de incubação estimado da COVID-19 é de 2 a 12 dias. Como medida de precaução, a vigilância ativa dos contatos próximos decorre durante 14 dias desde a data da última exposição a caso confirmado.

A vigilância de contactos próximos com “alto risco de exposição” implica:

  1.  Monitorização ativa pela Autoridade de Saúde Local durante 14 dias desde a última exposição;
  2. Não deslocação às instalações e demais espaços e equipamentos da Junta de Freguesia, durante os referidos 14 dias;
  3.  Auto monitorização diária dos sintomas da COVID-19, incluindo febre, tosse ou dificuldade em respirar;
  4. Restrição do contacto social ao indispensável;
  5. Evitar viajar;
  6.  Estar contactável para monitorização ativa durante os 14 dias desde a data última exposição.

A vigilância de contactos próximos com “baixo risco de exposição” implica:

  1.  Auto monitorização diária dos sintomas da COVID-19, incluindo febre, tosse ou dificuldade em respirar;
  •  Acompanhamento da situação pela Junta de Freguesia em colaboração com a Autoridade de Saúde Local.

Se nenhum sintoma surgir nos 14 dias decorrentes da última exposição, a situação fica

encerrada para efeitos de prevenção e combate ao COVID-19.

PARTE V – PLANO DE COMUNICAÇÃO

A Junta de Freguesia preparará um plano de comunicação com a identificação

dos alvos da comunicação e conteúdo da informação:

  1. Os que exercem funções na Junta de Freguesia

           –  Informação sobre a situação;

               – Procedimentos especiais a observar para limitar contágio e propagação.

  • Prestadores de serviços externos.
  • Fornecedores de equipamentos.
  • Comunicação social.
  •  Entidades externas.

PARTE VI – RESPONSABILIDADES NO ÂMBITO DO PLANO

Para além das responsabilidades já referidas, compete:

  1. Aos eleitos da Freguesia, informar sobre as tarefas e ações essenciais e aquelas que podem ser asseguradas por trabalho à distância, bem como acompanhar a reposição da normalidade;
  • Aos trabalhadores e demais colaboradores que prestem atividade nos serviços da Junta de Freguesia e nas demais instalações e equipamentos da Freguesia, informar a Junta de Freguesia, sobre deslocações/viagens que venham a realizar, ou tenham efetivado, no país ou no estrangeiro, bem como eventuais contactos com pessoas portadoras de COVID-19, devendo fazê-lo através do telefone: 249381702 e 910997734.

– Centro Escolar cantaram os Reis

Em São Pedro de Tomar, todos os alunos do Centro Escolar cantaram os Reis, no Centro Cívico

 

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A iniciativa organizada pelos professores (as) do Centro Escolar, levou a totalidade dos alunos ao adro da Igreja, a cantarem os Reis, dia 08-01-2018, para todos quantos puderam ouvir e ver.

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A Junta de Freguesia teve uma lembrança (um marcador de livro alusivo à data) para cada aluno.

É um privilégio ouvir os mais pequenos. Parabéns!